Há um tema que é bastante recorrente dentro do debate sobre gestão Educacional nos dias de hoje: Qual será o modelo da educação no pós pandemia? Conversando com diversos consultores e colegas percebemos que há uma certa unanimidade em entender que não retornaremos aos modelos e processos que eram utilizados até 2019. Sobretudo, a modalidade de ensino presencial.

Haverá a partir desse momento, um excremento no uso de tecnologias digitais mesmo nessa modalidade de ensino, o que muda totalmente o perfil do serviço de educação que era prestado nessa modalidade. O que gera também um crescimento nesta modalidade de ensino que mercado que tem chamado de híbrida. Que conjuga encontros presenciais com o uso de tecnologias para aprimorar o encontro, para aprimorar a troca de informações, para aprimorar todos os pontos de contato do aluno com o conteúdo, com o professor, com o restante da turma e inclusive a possibilidade de revisitar esses conteúdos para reforçar o seu entendimento sobre qualquer tema.

Agora entendemos que a partir desse momento, há necessidade de avançarmos um pouco mais para a prática digital. Até 2019, o estágio ele se dava quase que totalmente no modelo analógico, há inclusive barreiras em termos de legislação que devem ser rompidas nesse sentido, permitindo que o estágio também venha a ser feito de forma digital. Senão na totalidade das horas, mas pelo menos parte dessas horas possam ser realizadas no digital. Pois muitas carreiras, muitos mercados e muitas áreas, já operam totalmente no digital o que não faz sentido que a formação continue no analógico. Essa inflexão dos mercados do analógico para o digital já ocorreu há algum tempo e a educação precisa fazer esse mesmo processo, mesmo caminho para se adequar a formação dos profissionais para todas essas áreas.

É importante esse debate dentro das instituições de ensino, é importante que esse debate ocorra a nível nacional e que esses recursos possam ser desenvolvidos e possam ser trabalhados para que a experiência na formação do aluno possa se enriquecer mais ainda. Trabalhamos incessantemente nestes modelos e temos o desejo de que isso possa ocorrer em larga escala, em todos os programas educacionais e todas as estruturas educacionais.  Para que assim, possam estar adotando as tecnologias e também na prática educacional, dentro de seus modelos pedagógicos e na formação dos seus alunos, na formação de profissionais mais antenados e profissionais para o mercado digital, de forma real, prática e efetiva, não apenas no modelo analógico que às vezes é destoante da prática de mercado e que hoje é utilizada em todos os segmentos.

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